A Nacional Monte de Piedad confia na Diligent

UMA INSTITUIÇÃO COM HISTÓRIA

A Nacional Monte de Piedad é parte da identidade do povo mexicano. A instituição financeira mais antiga do país foi criada em 25 de fevereiro 1775 na Cidade do México, antes capital da Nova Espanha, por Don Pedro Romero de Terreros, Conde de Santa María de Regla. Ao longo de 240 anos, tem oferecido continuamente assistência financeira a setores economicamente desfavorecidos por meio de empréstimos pignoratícios.

CHEGADA À DILIGENT

O principal corpo diretor da Nacional Monte de Piedad (uma instituição de assistência privada sem fins lucrativos desde 1922) é o patronato, correspondente ao conselho de administração, composto por sete mexicanos notáveis. Pedro Romero de Terreros Gómez Morín, descendente e representante da família Romero Terreros, é secretário do conselho desde 2010. Em 2015, a Nacional Monte de Piedad iniciou a transição para a Diligent. “Tivemos três estágios principais no gerenciamento de informações”, conta Pedro Romero. “Há alguns anos, a quantidade de papel era enorme. Era preciso imprimir todos os meses de 7.500 a 10.000 folhas e distribuí-las aos membros do conselho e dos cinco comitês (cada um com cinco membros em média) que compõem a governança corporativa. Note que realizamos de quatro a cinco reuniões mensais. Além das pastas com 200 a 300 folhas cada uma, parte do trabalho consistia em garantir que elas seriam lidas e mantidas em segurança.”

Há três anos, quando ainda não conhecia a Diligent, a Nacional Monte de Piedad contratou um fornecedor que desenvolveria um aplicativo para uso específico em iPad. “No entanto, o tipo de suporte e manutenção que esse fornecedor oferecia era sempre limitado e restrito”, Pedro Romero de Terreros admite. “Há quase dez meses, durante uma reunião do conselho, ficamos surpresos ao perceber que o aplicativo não funcionava. Imagine nosso pânico quando percebemos que ninguém tinha acesso às informações armazenadas no aplicativo em formato eletrônico. Foi então que um novo membro do conselho da instituição nos recomendou a Diligent e fizemos a transição imediatamente.”

SATISFAÇÃO E SIMPLICIDADE

“Hoje o aplicativo da Diligent é a maneira mais fácil de distribuirmos e controlarmos o material do conselho”, afirma Pedro. “Confiamos totalmente: temos certeza de que as informações são criptografadas, de que somos um dos milhares de clientes e de que a empresa é totalmente dedicada ao aplicativo.”

Pedro Romero de Terreros acha que a adaptação ao novo aplicativo foi muito rápida e, ao contrário do esperado, não é preciso ser nenhum expert em tecnologia. “A idade não significa nada. Temos alguns membros entre 75 e 80 anos que dominam totalmente as novas tecnologias, enquanto outros, na casa dos quarenta, ainda penam.

Porém, em geral, a maioria levou de 12 a 20 minutos para começar a usar o aplicativo. A Diligent realizou um treinamento remoto de algumas horas e foi relativamente rápido.”

“Nossas reuniões não têm mais papel. Todos trazem seus dispositivos e, enquanto analisamos as informações, a apresentação é exibida em um projetor convencional. Os usuários podem fazer anotações no sistema e, quando atualizamos o aplicativo, todos obtêm as mesmas informações instantaneamente. Além disso, as atas do conselho são mantidas totalmente em formato digital. As resoluções de dois, três ou cinco anos atrás podem ser facilmente localizadas. Não precisamos nos preocupar com o armazenamento, pois é ilimitado.”

LEI, AVALIAÇÃO E CONFIABILIDADE

Cada membro do conselho da Nacional Monte de Piedad deve fazer parte de um dos cinco comitês pelo menos, ou seja, despender de 300 a 400 horas por ano em tarefas de gerenciamento. “Todos os membros do conselho desempenham outras funções, que lhes ocupam a maior parte do dia e do tempo”, conta Romero de Terreros. “Para nós, todos devem ler as informações. Classificamos de maneira negativa aqueles que chegam à reunião e não leram o que foi preparado. Essas pessoas são penalizadas nas avaliações anuais.”

No México, a Comisión Nacional Bancaria y de Valores (CNBV) é a autoridade de regulamentação e monitoramento das entidades que fazem parte do sistema financeiro. A Nacional Monte de Piedad não é uma empresa listada em bolsas de valores; portanto, não está sob a jurisdição da CNBV. Porém, sua política segue as práticas recomendadas estabelecidas pela lei, que está cada vez mais rígida. Romero de Terreros explica que os membros do conselho têm uma responsabilidade legal no gerenciamento da empresa e essa responsabilidade pode levar a litígios civis ou criminais (nos quais seus bens privados ficam em risco). “Como membros do conselho de administração, precisamos respeitar e ter cuidado com o chamado ‘dever de lealdade, dever de diligência e dever de conhecimento’. Quanto a este último, é muito importante termos as informações disponíveis a qualquer momento. Além disso, sempre há alguém interessado em nossas informações: temos hoje 60% do mercado no México.” Segundo a Asociación Nacional de Casas de Empeño (Anace, Associação Nacional de Lojas de Penhor), o mercado de empréstimos pignoratícios no México está estimado em 35 bilhões de pesos e abrange a população com pouco ou nenhum acesso a serviços bancários. A Nacional Monte de Piedad tem cinco milhões de clientes distribuídos entre mais de 310 filiais em todo o país. “Como em qualquer instituição financeira, a confiança é o princípio fundamental.”

SEGURANÇA E TECNOLOGIA

“Perder um dispositivo eletrônico é muito fácil. No entanto, conforme nossos testes, não há jeito de romper o selo criptográfico”, diz Pedro Romero de Terreros. A Nacional Monte de Piedad confia na infraestrutura da Diligent, que não usa servidores de terceiros, mas servidores próprios, com locais físicos nos EUA, no Canadá e na Alemanha. “Dessa forma, nosso diretor de TI pode se concentrar nas soluções para os clientes, e não para os membros do conselho.”

  • Como membros do conselho de administração,
  • Pedro Romero de Terreros Gómez Morí

    Secretário do conselho

    precisamos respeitar e ter cuidado com o chamado ‘dever de lealdade, dever de diligência e dever de conhecimento'.